25.4.10

Habitação de interesse social em Teresina


A habitação caracteriza- se por ser um bem de consumo de características singulares, constituindo um elemento durável e de elevado valor. Infelizmente, uma parcela significativa da população não dispõe de condições financeiras para tal aquisição, constituindo-se assim, em demanda imediata por habitação no Brasil. A habitação quando se baseia na produção a baixo custo, no emprego de materiais alternativos e com propósito de servir a classe menos favorecidas, denomina-se habitação de interesse social.



Casa em troncos de carnaúba: zona litorânea do Piauí.

foto:Kaki Afonso.2008.



Detalhe da parede em troncos de carnaúba: zona litorânea do Piauí.

foto:Kaki Afonso.2008.


Observa-se que a maior parte do déficit habitacional piauiense se concentra, na capital do Estado. Contudo, apesar desta realidade, inexiste na administração municipal de Teresina, um órgão ou departamento que seja responsável pelas políticas habitacionais, estando os programas e ações, diluídas em setores municipais.

O que há é uma divisão de ações distribuídas entre quatro superintendências de desenvolvimento urbano/ SDU (Centro/norte, sul, leste e sudeste) e uma superintendência de desenvolvimento rural/ SDR, que são vinculadas à Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação- SEMPLAN e que desenvolvem os programas habitacionais urbanos.

Os setores que possuem interface com o setor habitacional, além dos citados anteriormente, são a SEMF/ Secretaria Municipal de Finanças, que atua na deliberação de recursos, e a SEMAM/ Secretaria municipal do meio ambiente e recursos hídricos, que fiscaliza e controla as áreas ambientais e dos impactos sofridos pelas ações.

Além disso, possui como mecanismos institucionais de participação e controle social das políticas urbanas, o Conselho de Desenvolvimento Urbano/ CDU, criado em 1989, através de lei municipal; o Conselho estratégico de Teresina, criado em 2002, através de lei, para acompanhar o Plano Estratégico de Teresina; o Conselho Gestor do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social, criado em 24 de dezembro de 2008, através da Lei Municipal No. 3837; e o Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social, criado em 24 de dezembro de 2008, através da Lei Municipal No. 3837.


Observou-se ainda, que não possui especificamente um Conselho das Cidades, nem tampouco um Conselho Municipal de Habitação. De acordo, com “Teresina Agenda 21/ Plano de Desenvolvimento Sustentável” (2002), 80% da população moram em imóveis próprios, porém inseridos em vilas e favelas, apresentando precariedade na estrutura física das habitações, coabitação, adensamento excessivo e saneamento inadequado, proporcionando um déficit quantitativo em números absolutos, de 60.232 unidades, sendo 51.145 unidades na área urbana, e de 9.087 unidades na área rural (Fundação João Pinheiro/ SNH/ Mcidades. 2000).


Deste número, foi observado, que 10% dos imóveis estão localizadas em áreas impróprias para o setor habitacional: 4,5% estão implantadas em áreas de risco, 3,6% em leitos de rua e 2,8% em áreas alagadiças.


Observa-se que, nos últimos cinco anos, a antiga COHAB- PI, atualmente denominada ADH-PI / Agência de Desenvolvimento Habitacional, é que vem realizando um trabalho constante na cidade, e infelizmente, desassociado da política municipal, que conforme foi visto, não possui ainda uma linha constante e administrativamente ativa, realizando projetos e programas “soltos”.


A oferta pública de habitação no Estado pode ser dividida, segundo dados coletados no documento “ Revisão do Plano Estadual de habitação de interesse social do Piauí”(2010) em: (i) produção pela COHAB-PI, entre 1963 e 2007; (ii) produção pela ADH, a partir de 2007; (iii) produção por outros órgãos estaduais e federais como INCRA, FUNASA, Defesa Civil, Programa de Combate a Pobreza Rural; (iv) produção pelos municípios; (v) produção por entidades sem fins lucrativos com financiamento público.




Conjunto Jacinta Andrade.Teresina:Santa Maria da Codipi.

Foto: arquivo ADH/PI



texto: Afonso, Alcilia.

21.4.10

A pesquisa sobre arquitetura moderna em Teresina.


Perspectiva do projeto original do Centro Administrativo do Piauí.
Autoria: Raimundo Dias e equipe
Coleta:Cintia Bartz

A cidade de Teresina, capital do estado do Piauí, é uma cidade planejada e relativamente nova, quando comparada às demais capitais brasileiras de origem colonial, pois data de 1852 a instalação da nova capital. Situada na Chapada do Corisco, região de transição entre o sertão e a Mata dos Cocais, é cortada por dois rios, o Parnaíba e o Poti, possuindo seis meses de período chuvoso (dezembro a maio) e seis meses de estiagem (junho a novembro), com altas temperaturas durante todo o ano, e alta taxa de umidade.

O estilo eclético predominou na cidade desde a sua fundação até a década de 50 do século XX, e a adoção de uma arquitetura moderna só foi possível nos anos 60, com a construção dos primeiros edifícios modernos institucionais, e das casas modernas projetadas pelo arquiteto piauiense Anísio Medeiros e pelo mineiro Antônio Luiz. Ambos de formação acadêmica carioca.

Observando-se a produção arquitetônica no período das décadas de 50 a 60, época de grande desenvolvimento no setor imobiliário durante o pós-guerra em todo o mundo e no Brasil, constata-se que, Teresina, nesta época, ainda era bastante provinciana, e poucas obras públicas foram produzidas neste período, segundo cita Nascimento (2002). O setor privado, contudo, produziu residências, principalmente na artéria principal da cidade na época, antiga Avenida Getúlio Vargas e hoje, Avenida Frei Serafim, que abrigou belos exemplos de arquitetura moderna em toda a sua extensão, bem como, em ruas paralelas ao seu entorno.

Os primeiros projetos modernos eram realizados no Rio de Janeiro, como, por exemplo, os desenvolvidos para o DER e para o Teatro de Arena, adotando os princípios da escola carioca, que baseada na teoria de Lúcio Costa, buscava alternativas climáticas para a utilização da linguagem moderna. Somente no final dos anos 60 é que chegaram à cidade, arquitetos como Antônio Luiz e Miguel Caddah que começaram a desenvolver de uma forma mais contínua intervenções modernas na paisagem urbana.


Teatro de Arena.Autoria desconhecida.
Foto:Kaki Afonso.2008.


O início da produção de Antônio Luiz, mineiro de Juiz de Fora, que estudou na FNA/ RJ, data de meados dos anos 60, e a partir de 1968, criou o escritório “Maloca”, que deu início a uma série de trabalhos que adotaram os critérios da modernidade universal, trazendo para a cidade, a linguagem já disseminada em várias capitais brasileiras.

Antônio Luiz produziu os edifícios mais significativos da cidade, tais como a sede do Ministério da Fazenda, o Palácio do Comércio, o Instituto de Educação, a Casa do Estudante, a sede da CEPISA, várias sucursais do BEP, entre tantos outros projetos, que sempre partiam do princípio que “arquitetura e estrutura não deveriam jamais ser pensados por cabeças diferentes” (Afonso, 2002, p.60).

Miguel Caddah, arquiteto piauiense que também estudou na FNA/ RJ, retornou para Teresina no início dos anos 60, e produziu, principalmente na área educacional, uma série de projetos para o Estado, uma vez que era funcionário público, tendo a oportunidade de desenvolver obras que traziam em seu bojo, a essência do movimento moderno, com a utilização de modulação, atenção à estrutura e aos novos materiais.

Uma das obras mais significativas de Caddah é a Igreja da Santíssima Trindade em Teresina, que data de 1968, e apresenta uma composição em triângulos, emprego de estrutura metálica, resultando em uma arrojada forma plástica que marca a paisagem até nossos dias.

Outro importante personagem que mesmo sendo piauiense, não chegou a morar em Teresina, depois de graduado em arquitetura pela FNA/ RJ, foi Anísio Medeiros, mas que mesmo assim, pode deixar na cidade a sua marca, através de bons exemplares de sua arquitetura, como a casa Zenon Rocha, a casa David Cortelazzi e a sede do Iate Clube. Seus projetos residenciais utilizam todo o vocabulário formal moderno. Empregou em suas obras: volumes puros, grandes panos de esquadrias, pilotis e arrojadas soluções arquitetônicas, seja no partido adotado, seja no emprego de novos materiais.

O arquiteto Anísio Medeiros nasceu no Piauí, mas foi estudar desde cedo no Rio de janeiro, onde permaneceu até sua morte. No inicio de sua carreira, desenvolveu projetos em Teresina, havendo projetado também na cidade de Parnaíba, o Igara Clube.

“Não obstante, o que marca sua produção é a preocupação em buscar soluções climáticas para estes projetos. A utilização de pátios internos (com jardins que chegaram a ser detalhados pelo arquiteto), o uso de cobogós (invenção da arquitetura recifense da década de trinta), o emprego de esquadrias com venezianas de madeira (permitindo uma circulação constante de ar), bem como o uso de ventilação cruzada nos ambientes (com pés-direitos generosos), denotam a busca de uma arquitetura bioclimática sem se distanciar da aplicação formal do modelo moderno.” (Afonso, 2002, p.58).

Atuava também como artista plástico, havendo criado vários painéis executados em Cataguazes e na cidade do Rio de Janeiro, sendo de sua autoria, todos os painéis existentes no Monumento aos Pracinhas.Trabalhou posteriormente com cenografia de filmes, tendo recebido vários prêmios.

O arquiteto e professor carioca Acácio Gil Borsoi, sediado em Recife a partir da década de 50, também produziu importantes obras modernas em Teresina, tais como o Fórum de Justiça, a sede da Assembléia Legislativa, e obras de intervenção em edifícios históricos, desenvolvidas juntamente com sua esposa e arquiteta Janete Costa: reformas na sede da Prefeitura de Teresina, no Palácio do Karnak e no Teatro 4 de Setembro. Todos estes edifícios são neoclássicos, e sofreram intervenções realizadas sem descaracterizar a volumetria dos mesmos.

Além desta produção, existem também àquelas desenvolvidas por arquitetos que estudaram em cidades como Recife, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, que na década de 70, retornaram à Teresina e aplicaram na cidade, o aprendizado adquirido em suas formações, trazendo os recursos da modernidade que foram difundidos por seus mestres.

Além destes profissionais,, chegaram também à cidade, arquitetos oriundos de cidades como Recife (Ricardo Roque) e Fortaleza (João Alberto), que estavam imbuídos de produzir uma arquitetura em sintonia com o seu tempo.Tais fatos contribuíram bastante para uma renovação da linguagem arquitetônica na cidade, que durante muitos anos adotava o ecletismo como estilo arquitetônico projetual.


Rio Poty Hotel.Projeto:Ricardo Roque
Foto:Jandiane Braga.2008.

A pesquisa sobre arquitetura moderna no estado do Piauí.


Fachada do Aeroporto de Parnaiba.
Foto: Kaki Afonso. 2008



Detalhe dos elementos construtivos do Aeroporto de Parnaiba.
Observar a utilização dos critérios projetuais modernos.
Foto: Kaki Afonso. 2008



Detalhe do interior do Aeroporto de Parnaiba.
Obra moderna no litoral piauiense.
Foto: Kaki Afonso. 2008


O grupo de pesquisas sobre Modernidade arquitetônica no estado do Piauí, vinculado ao curso de arquitetura e urbanismo, do departamento de construção civil e arquitetura/ DCCA, do Centro de Tecnologia/ CT da UFPI/ Universidade Federal do Piauí e CNPQ foi criado em março de 2007, e anualmente apresenta projetos ao PIBIC/ Programa de iniciação cientifica, realizando investigações sobre a produção moderna piauiense, levantando informações e análises sobre os arquitetos e suas obras, através de fichas sistemáticas que alimentam um banco de dados disponível à comunidade acadêmica/ científica, dando formação ao inventário desta produção.É coordenado pela professora e arquiteta Alcilia Afonso e conta com a colaboração de alunos do curso de arquitetura da UFPI.

A metodologia empregada trabalha com pautas de investigação repassadas pelo Programa de doutorado em projetos arquitetônicos, linha “a forma moderna” da ETSAB/ UPC (Escola Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona da Universidade Politécnica da Catalunha), na qual são analisados os critérios modernos projetuais destas obras e as diversas influências recebidas.

O objetivo principal deste grupo de pesquisa é realizar um inventário da arquitetura moderna produzida inicialmente em Teresina, e posteriormente em Parnaíba, investigando a respeito da produção arquitetônica moderna nestas cidades, observando-se as adaptações sofridas para a adoção de uma linguagem universal em uma realidade sócio cultural, geográfica e econômica local.

Até o presente momento, conseguimos mapear Teresina e adiantar bastante a pesquisa na cidade, e este material coletado, já foi selecionado e analisado, estando devidamente ordenado em fichas catalográficas, composto por mapas de localização das obras, plantas, cortes e fachadas, bem como, fotografias de época e atuais das edificações.


Através deste inventário, se tem também observado o estado de conservação destas obras, que as direciona ou não, para o rol de medidas preservacionistas que devem ser tomadas junto aos órgãos competentes pela conservação do patrimônio.

O resultado deste trabalho tem sido bastante positivo, tendo produzido a edição de um livro intitulado “Documentos da arquitetura moderna piauiense”, em fase de revisão; a publicação e apresentação de diversos trabalhos em seminários e congressos, entre outras atividades de divulgação das pesquisas sobre a modernidade arquitetônica piauiense.

E o mais importante deste trabalho, sem dúvida, é o envolvimento de alunos da graduação em arquitetura da UFPI, que vêm contribuindo constantemente nas pesquisas, através de bolsas ou como voluntários, (re) construindo e resgatando a história da arquitetura moderna na região do meio-norte brasileiro.

11.4.10

Cidade: saúde pública e segurança.

Entre tantos problemas urbanos que a cidade ao longo de sua história possui, estes dois aspectos ainda são vistos em Teresina, com grande atraso em pleno século XXI. Mas, sabe-se que tal fato não é vantagem(?) apenas daqui, mas de grande parte das cidades do terceiro mundo.

A Lei municipal obriga aos cidadãos que possuem lotes em áreas urbanas a murarem e a manterem limpos os mesmos, fato que, infelizmente, não ocorre.

A quantidade de lotes sem muros, invadidos por matos e que servem de depósitos de lixo à comunidade é impressionante.

Além de servirem de focos de proliferação de roedores, insetos, ainda serve de esconderijo a marginais, que ali ficam, aguardando atacar aos cidadãos que pagam em dia seus impostos municipais e que se vêm desprovidos de segurança, ao chegarem a suas casas, após um dia de trabalho.

A diferença entre uma cidade de primeiro mundo e as nossas cidades é essa, e ai se questiona, para onde vai o dinheiro que se paga de nossos impostos, se nem limpeza urbana decente, e nem segurança, se tem?

Segundo dados, a dengue, o calazar, vem matando grande parte da população local. São enfermidades causadas pela proliferação de mosquitos que dominam o cenário devastador dos bairros teresinenses. O cidadão limpa e higieniza a sua residência, mas as ruas, e o entorno é abandonado pelo poder público.

E qual a causa de tal fato, se não, a falta de uma política séria ambiental, que atue constantemente no cumprimento de suas leis municipais, exigindo de proprietários que trabalham com a especulação imobiliária que limpem e cerquem suas propriedades, para não prejudicarem ainda mais a população. Porque as SDUs não colocam seus fiscais nas ruas e multam estes infratores irresponsáveis, que não pensam em prol da comunidade?

Até quando vão continuar matando os cães, na ilusão de diminuir a doença de Calazar? Será que os técnicos e os políticos não “enxergam”, que o que se necessita é de um programa imediato de educação ambiental, reciclagem de resíduos sólidos, e consciência da comunidade em contribuir coma a melhoria urbana de nossa cidade?

Atualmente, o cidadão está preso em sua própria casa, e os delinqüentes dominam as ruas, nos afastando de uma vida tranqüila e segura. Em Teresina, não se pode caminhar em um final de tarde em uma rua, andar de bicicleta escutando uma música em um ipod, nem ficar tranquilamente em uma calçada esperando um amigo para uma conversa. A falta de segurança é tamanha, que se corre ao chegar a casa, para se trancar para o mundo, buscando a segurança de forma privada.

Este cenário precisa mudar. Limpeza pública e privada, segurança urbana, são direitos de nós, cidadãos e devemos exigir das instituições responsáveis.

10.4.10

Arquitetura efêmera na cidade teatral de Fazenda Nova/ Pernambuco.


Detalhe do Palácio de Pôncio Pilatos.
Foto:Kaki Afonso.Abril de 2010.




Detalhe de muralhas em pedra.
Foto:Kaki Afonso.Abril de 2010.




Detalhe das muralhas da cidade teatral.
Foto:Kaki Afonso.Abril de 2010.


A cidade teatral de Fazenda Nova, situada no municipio de Brejo da Madre de Deus, agreste pernambucano é um exemplar regional da arquitetura efêmera contemporânea, que reconstruiu no interior de suas muralhas, o cenário no qual viveu Jesus Cristo em seus últimos anos de vida.

A reconstrução cenográfica trabalhou com paisagens naturais a céu aberto, bem como, com edifícios de estilo clássico, que remontam aos palácios de Herodes, Poncio Pilatos, compostos de frontões, colunatas, que se aproximam bastante dos edificios construidos naquele período.

É sem dúvida um exemplo de que é possível idealizar um sonho, como fez o seu criador Plinio Pacheco e pô-lo em prática ao longo de 43 anos de continuidade de um projeto, e que hoje conta com parcerias como a Rede Globo e o Governo do Estado de Pernambuco.

O local posui uma excelente infra-estrutura, dotado de praça de alimentação, venda de produtos artesanais, estacionamentos, banheiros públicos, entre outros.


Detalhe do Palácio de Pôncio Pilatos com atores em primeiro plano.
Foto:Kaki Afonso.Abril de 2010.




Soldados caracterizados da época, resguardam o espaço teatral.
Foto:Kaki Afonso.Abril de 2010.

Parque das Esculturas: cultura e paisagem


Esculturas de Maria Bonita e Lampião.
Autoria: Kaki Afonso. Abril de 2010.




Escultura de Lampião:Detalhe
Autoria: Kaki Afonso. Abril de 2010.




Parque das esculturas no Brejo da Madre de Deus/ Pernambuco.
Autoria: Kaki Afonso. Abril de 2010.



Parque das Esculturas: cultura e paisagem no agreste de Pernambuco. Quem viaja pela região do agreste não deve deixar de conhecer este lugar mágico, com uma beleza ímpar, simples e bastante forte visualmente. Está implantado no município do Brejo da Madre de Deus, muito próximo da cidade de Caruaru.


As esculturas gigantes em pedra da região despertam interesse pela sua beleza plástica e a inserção das mesmas na paisagem, formada por serras, e rochedos, que dialogam com uma vegetação arbustiva e também formada por cáctos e bromélias.




Escultura de Maria Bonita:Detalhe
Autoria: Kaki Afonso. Abril de 2010.




9.4.10

Nova diretoria do Centro de Tecnologia da UFPI


A prof. Dra. Alcilia Afonso (kaki) e o prof. Dr. Carlos Ernando: vice-diretora e diretor do CT.
Arquitetura e Engenharia unidos em prol do desenvolvimento do CT.



Professores do Centro de Tecnologia prestigiando os novos dirigentes do CT.



Alunos do CT de distintos cursos representando a comunidade discente.



Nesta quinta-feira, dia 8 de abril, tomaram posse no Salão de Atos da Reitoria da UFPI, o novo diretor do Centro de Tecnologia da UFPI, prof. Dr. Carlos Ernando e a vice-diretora, a arquiteta e prof. Dra. Alcilia Afonso.


A nova diretoria aposta no desenvolvimento com a contratação de docentes e técnicos-administrativos, a melhoria na infra-estrutura e a implantação de programas de pós-graduação na área tecnológica.
Se pretende também a realização de convênios e parcerias com empresas locais, a fim de firmar acordos de cooperação tecnológica e científica, beneficiando a comunidade estadual, como um todo.